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“Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei.
Mas gostaria muito de saber.
Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui.”
(O Teatro Mágico)


“Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei.
Mas gostaria muito de saber.
Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui.”
(O Teatro Mágico)


“Que no fundo é simples ser feliz, difícil é ser tão simples.”
(O Teatro Mágico.)

“Que no fundo é simples ser feliz, difícil é ser tão simples.”
(O Teatro Mágico.)


“Salve o amor. Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge.

“Salve o amor. Aquele de conchinha e barba na nuca, que pode durar pra sempre ou só até amanhã. Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge.